O conceito de privacidade de informação pessoal teve início entre os séculos XVII e XVIII, quando as construções passaram a oferecer quartos privados, onde passou a fazer sentido a criação de diários pessoais. Desta época aos dias atuais, de acordo com a pesquisadora Paula Sibilia, a relação das pessoas com a privacidade atravessou todo um espectro - da inexistência "forçada" à abolição espontânea, passando pelo fortalecimento do senso coletivo de privacidade. Hoje, relata Sibilia no livro "O Show do Eu", vivemos o que ela chama da "intimidade como espetáculo", situação ilustrada por fenômenos de mídia e comportamento como Orkut, a série televisiva Big Brother, revistas de fofocas. Em comum, todos trazem o foco em pessoas reais, embora não necessariamente famosas, que almejam ser (re)conhecidas. Ou seja: abre-se mão da privacidade por opção.
O conceito de privacidade de informação pessoal teve início entre os séculos XVII e XVIII, quando as construções passaram a oferecer quartos privados, onde passou a fazer sentido a criação de diários pessoais. Desta época aos dias atuais, de acordo com a pesquisadora Paula Sibilia, a relação das pessoas com a privacidade atravessou todo um espectro - da inexistência "forçada" à abolição espontânea, passando pelo fortalecimento do senso coletivo de privacidade. Hoje, relata Sibilia no livro "O Show do Eu", vivemos o que ela chama da "intimidade como espetáculo", situação ilustrada por fenômenos de mídia e comportamento como Orkut, a série televisiva Big Brother, revistas de fofocas. Em comum, todos trazem o foco em pessoas reais, embora não necessariamente famosas, que almejam ser (re)conhecidas. Ou seja: abre-se mão da privacidade por opção.
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